TIPOS DE ANESTESIA / ANESTESIA GERAL e outras nas cirurgias plásticas DE LIPOESCULTURA E ABDOMINOPLASTIA!

26 de dezembro de 2012


Oi gatonas!!



Minha lipo e abdominoplastia serão realizadas amanhã bem cedinho,diante disso eu pesquisei um pouco sobre anestesia e seus mitos! mas não é medo é só precaução mesmo...

mentiraaaaa to morrendo de medo,inclusive com dores no estomago,rsrs

Mas,vamos lá!

Saiba tudo sobre a anestesia em cirurgias plasticas!!



1. Vou fazer uma cirurgia e preciso tomar anestesia. Mas o que é a anestesia?

A anestesia é um procedimento, cuja palavra é de origem grega e significa “ausência de sensação”, inclusive ausência de dor. Na prática, representa um conjunto de medidas tomadas pelo médico anestesiologista, ou anestesista, que visa permitir a realização da cirurgia. Consiste na administração de medicamentos que agem bloqueando ou minimizando a dor, bem como outras medidas que buscam proteger o organismo das alterações decorrentes da cirurgia.

Nos dias atuais, a anestesiologia preocupa-se com o paciente antes, durante e após a cirurgia:

- Antes de ser anestesiado, o paciente é avaliado por um médico anestesiologista, que verifica o seu estado de saúde, o histórico médico, o exame físico e as condições para que se realize a cirurgia da melhor forma possível. Este processo permite triar os pacientes em condições adequadas para serem operados, bem como montar um planejamento anestésico personalizado, de acordo com o tipo de anestesia a que serão submetidos, prevenções de complicações, etc.

- Durante o período da cirurgia propriamente dito, também chamado de intra-operatório, são utilizados recursos para garantir a segurança e o conforto do paciente anestesiado. Muito mais do que simplesmente fazer alguém “dormir”, o anestesiologista avalia minuto a minuto os sinais vitais do paciente, que indicam precocemente quando o seu organismo não está funcionando dentro da normalidade. Esta conduta permite tomar as medidas necessárias para tratar tais alterações e prevenir complicações ou riscos. Recursos de monitorização mais avançados tornaram a anestesia cada vez mais segura.

- Após a cirurgia, ou período pós-operatório, o anestesiologista pode empregar técnicas que tratam ou diminuem a dor da cirurgia, o que auxilia na recuperação, tanto nas Unidades de Recuperação Anestésica, quanto em Unidades de Terapia Intensiva. Aliás, muitos recursos que são usados em UTIs, nos pacientes de maior risco, têm origem na anestesiologia. No exterior, a anestesiologia deu origem à Terapia Intensiva, e no Brasil o treinamento em anestesiologia, dor e terapia intensiva faz parte da formação dos anestesiologistas.

2. Como surgiu a anestesia?

Há muitos séculos, quando uma pessoa começou a tratar outra e surgiram os primórdios da medicina, as cirurgias eram as últimas medidas de tratamento, pois quase sempre eram acompanhadas por complicações, algumas tão graves quanto à própria doença a ser operada, como hemorragias, infecções, etc.

Durante muito tempo, a cirurgia também significou sofrimento, pois não era possível tratar a dor de maneira adequada. Desta forma, poucas pessoas eram capazes de tolerar as operações. Muitos métodos e substâncias eram usados, porém com efeitos longe dos ideais: frio, álcool, ervas, torniquetes, pressão, drogas alucinógenas, chás e até pancadas na cabeça!

Assim, dentro de um dos grandes avanços que ocorreram, o surgimento da anestesia permitiu aumentar a duração, complexidade e número de cirurgias.

O início da “moderna anestesia” ocorreu em 1846, nos Estados Unidos e a novidade rapidamente se espalhou pelo mundo, permitindo a realização de cirúrgicas que até então eram impensáveis. De lá para cá, muita coisa mudou e a anestesia tornou-se cada vez mais segura.

3. Quais são os tipos de anestesia que existem e que tipo eu vou tomar?

O tipo de anestesia dependerá de uma série de fatores, como as condições do organismo, jejum adequado, o tipo de cirurgia, a escolha do anestesiologista, do cirurgião, etc.

Na avaliação pré-anestésica o paciente deve fornecer todas as informações médicas ao profissional, tais como:

- Como está a sua saúde – se tem e como trata alguma doença, de qualquer parte do organismo (coração, pulmão, diabetes, asma, pressão alta, entre outros).

- Hora da última refeição – o tempo mínimo de jejum é de 8 horas para adultos. Às vezes esse prazo precisa ser maior, dependendo de fatores que devem ser verificados com a equipe de anestesia e de cirurgia.

- Apresentação de febre ou algum sinal de doença infecciosa no momento – não é recomendado operar pacientes em vigência de infecção até duas semanas após o término do quadro infeccioso ou seu tratamento.

- Operações anteriores – se houve complicações, e quais foram.

- Medicamentos que toma – dizer o nome e as doses, ou apresentar as prescrições ou as caixas dos remédios, mesmo os “naturais”.

- A alergias – qualquer tipo de alergia deve ser relatado.

- Exames realizados – quando o estado de saúde está estável, exames podem ser considerados atuais até seis meses após a sua realização. Se houve alterações muito importantes, esse prazo se reduz.

Os principais tipos de anestesia são:

- Anestesia Geral: o paciente é mantido profundamente adormecido, de maneira que uma parte de suas funções vitais depende de auxílio para funcionar, como a respiração. É usada, por exemplo, em cirurgias por videolaparoscopia, cirurgias de tórax, entre outras.

- Bloqueios Regionais: o paciente recebe anestesia na porção do corpo que necessita de cirurgia como, por exemplo, um dos braços ou uma das mãos. É muito utilizada em cirurgias ortopédicas.

- Bloqueios do Neuro-eixo: raqui e peridural. Esses dois tipos de anestesia permitem ao cirurgião operar os membros inferiores e determinados tipos de cirurgias abdominais, como procedimentos ginecológicos.

- Sedação: pode ser utilizada quando não há grandes estímulos dolorosos, ou quando esses estímulos são controlados por outras modalidades de anestesia como, por exemplo, a raquidiana ou a peridural.

4.  Há riscos na anestesia? Quais as possíveis complicações? Posso não acordar mais?

- Riscos sempre existem, em todos os tipos de procedimentos. No entanto, a chance de acontecer um evento grave durante cirurgia em decorrência da anestesia, em pacientes saudáveis, é muito pequena. E tem caído em razão de recursos cada vez mais avançados, principalmente de monitorização, e dos conhecimentos cada vez mais profundos a respeito do funcionamento do organismo, assim como das medicações, que se tornaram mais seguras.

Só para se ter uma idéia, as queixas pós-operatórias mais frequentes são dor, náuseas e frio, que são facilmente tratáveis. Com relação às complicações de maior gravidade, tenta-se triar os pacientes de maior risco, principalmente do ponto de vista cardiológico, e prepará-los da melhor forma possível, com otimização do tratamento ou até procedimentos anteriores. É por isso que a correta avaliação pré-anestésica é tão importante.


Tipos de anestesia:



ANESTESIA LOCAL

Substâncias como a lidocaína agem quimicamente nos neurônios perto do ferimento

1- No caso de um ferimento mais simples, os médicos podem interromper o mecanismo de transmissão do sinal da dor aplicando uma anestesia local. Se você cortou a mão, por exemplo, recebe uma injeção com anestésicos na região do corte.

2- Os anestésicos locais têm substâncias, como a lidocaína e a bupivacaína, que reagem quimicamente com os neurônios da região machucada, impedindo a abertura dos canais de sódio. Assim, o processo de transmissão da dor é interrompido logo de cara.

ANESTESIA GERAL

Coquetel de drogas atua nos neurônios cerebrais, bloqueando a dor de qualquer parte do corpo

1- Muitas vezes o paciente precisa estar imóvel ou inconsciente para não atrapalhar a intervenção médica. Aí entra a anestesia geral, que é uma mistura de substâncias com várias funções. Ela é aplicada na veia, pois pela corrente sanguínea os anestésicos chegam mais rápido ao cérebro.

2- Uma das substâncias do coquetel da anestesia geral tem a função de impedir que o sinal da dor seja decifrado no cérebro. Essa substância, que pode ser uma droga como o remifentanil, abre receptores dos neurônios cerebrais por onde entram íons de cloro, que são negativos.

3- Cheios de íons de cloro, os neurônios cerebrais ficam sempre "no negativo" - mesmo com aquela reação iniciada no local ferido. Como as células mantêm seu equilíbrio, o sinal da dor não é transmitido na região. E, como é o cérebro que "traduz" esse sinal, a pessoa não sente dor em nenhuma parte do corpo.

4- No coquetel da anestesia geral ainda há substâncias que levam à inconsciência e relaxantes musculares que impedem a movimentação do paciente. Cada droga age em vários tipos de receptores dos neurônios cerebrais, e o anestesista vai administrando suas doses durante toda a cirurgia.

ANESTESIA REGIONAL

Raquidiana e peridural bloqueiam a transmissão da dor quando o sinal chega à medula

1- Um meio-termo entre as anestesias local e geral são as anestesias aplicadas em regiões stratégicas do corpo, como a raquidiana e a peridural. Esse tipo de procedimento interrompe a ransmissão do impulso da dor na medula, que é por onde passa a maioria dos nervos do corpo. O aciente fica então imune à dor do umbigo para baixo.

2- A anestesia peridural é aplicada fora do canal espinhal, numa camada de gordura em volta da dura-máter. Como é injetada em um local menos invasivo e arriscado, é possível pôr um cateter e ir aplicando mais anestésico por várias horas, de acordo com a necessidade da cirurgia. Mas ela romove um relaxamento menor que a raquidiana.

3- A anestesia raquidiana é aplicada na dura-máter, membrana que envolve a medula. O médico precisa perceber que atingiu o local exato da aplicação da injeção pelo tato! Como ela age em um espaço-chave na transmissão das sensações, com pouco anestésico já se consegue um grande relaxamento, o que é bom em cirurgias mais delicadas.

Agora que tive esta aula estou até bem mais tranquila!

bjos,bjos!












5 comentários:

  1. Em breve também pretendo fazer. Muito boa sorte para você =) Eu gostei muito das dicas e postagens do seu blog também. Obrigada pela visita e seja sempre bem vinda ao H. Sweet Secret!! Beijos e Feliz 2013 de visu novo!

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    1. eu recomendo muito mesmo! dá um up na auto estima tremenda e olha que hoje só fazem 7 dias de operada!!

      obrigada pela visita tambem gata!

      feliz 2013 muitooo sucesso pra gente se Deus quiser

      bjos,bjos!

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  2. Adorei o blog!fiz abdominoplastia hj ta com 1 mes e 8 dias ainda to inchada e ainda doi mas gracas a deus estou super satisfeita com o resultado to louca pra passar logo os 6 meses pra desinchar completamente e comecar comprar roupas novas.....bjs depois volto opra contar mais....luciana de anapolis _goias.

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  3. Ola pessoal, meu nome é Kelly..fiz a miniabdominoplastia dia 06/02/2014, ou seja quase 6meses que operei...sinto -me inchada com o abdômen auto, gostaria de saber se é normal, ou quanto tempo msm verei o resultado. ...bjux

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  4. Oi Thays
    amei seu blog
    Tenho 32 anos e tenho 2 filhos e o mais novo tem 2 anos.
    Amanhã irei a minha primeira consulta para saber qual o procedimento ideal para o meu caso,informações e preços
    Estou muito ansiosa ...
    Espero que eu consiga fazer
    bjos

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